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Mitos e verdades sobre alimentação de equinos

Muito se questiona sobre a nutrição dos equinos. Dúvidas existem sobre qual o melhor alimento a oferecer aos animais. Proprietários e criadores se esclarecem quando especialistas se propõem a informar sobre esse assunto.

O médico veterinário André Cintra, um dos maiores especialistas brasileiros em nutrição de equinos, traz informações muito importantes sobre como alimentar melhor os cavalos.

Segundo ele, o melhor capim a ser oferecido ao cavalo é o tífton, entretanto, defende a ideia da adaptabilidade, afirmando que o melhor capim é aquele que melhor se adapta a cada região, considerando-se as condições climáticas e geográficas.

Caso não sejam consumidos pelos animais, e já formados, os capins plantados através de mudas não possuem ciclo fechado, e crescem indefinidamente, até morrer. Além disso, possuem maior valor nutricional, podendo, ainda ser transformados em feno.

O que se aconselha é dividir a área reservada ao pasto, em 3 ou 4 partes para otimizar seu aproveitamento e rotacionar seu uso. Cada piquete será utilizado por 7-10 dias e deverá descansar por 20 dias. O ideal é que o capim descanse por 32-36 dias, quando atinge seu valor nutricional máximo. Dessa forma, será possível, até, armazenar o capim para o inverno, em forma de feno.

Sendo o pasto uma cultura como outra qualquer, deve-se levar em conta o valor nutritivo da terra e do capim, anualmente, para se garantir ao equino uma alimentação de alto valor biológico.

Ao alimentar os animais, não se aconselha oferecer o feno logo após a ração, porque seu processo digestivo é enzimático, iniciando-se no estômago e finalizando no intestino delgado, enquanto que a digestão do feno, que é bacteriana, se processa no ceco do cavalo.

A alfafa deve ser fornecida de forma restrita, pois é rica em proteínas e o excesso pode desequilibrar a alimentação ideal desses animais.

Para o potro, dos seis aos dezoito meses, o ideal é uma ração com 17 a 18% de proteínas. A base do volumoso, nesses casos, deve ser a gramínea, complementada com 1 a 2kg diários de alfafa.

De modo geral, se na alimentação dos equinos, utilizar-se um volumoso de boa qualidade, sal mineral específico, água fresca e limpa, em abundância, ração balanceada como complemento, o máximo que o animal vai precisar é de um suplemento, desde vitamínico mineral a aminoácidos, e, até mesmo, energéticos.

  Fonte: Portal do Cavalo Crioulo  Adaptação: Escola do Cavalo  

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Nutrição

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