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O diferencial equino na produção de energia da cadeia biológica

Todas as reações biológicas não existem sem energia. Nesse sentido, a garantia da subsistência de um ecossistema só é possível através do compromisso que cada espécie animal assume em alimentar de energia a cadeia biológica.

No cavalo, a mastigação de 1Kg de feno no cavalo pode levar até meia hora, mas após essa etapa, a velocidade desse animal é "record" no processo alimentar. Em segundos, o alimento pode estar entrando no estômago, principalmente, se o animal estiver comendo com a cabeça baixa, em que a postura do ventre age favoravelmente na ação do músculo diafragma que associado à musculatura da válvula gástrica suga o alimento de forma rítmica, econômica e sem traumas.

O estômago dos equinos tem tamanho relativamente pequeno, mas as características do sistema digestivo desses animais mostram que o estômago do cavalo tem uma participação de transição rápida do bolo alimentar, por isso não deve nunca ficar repleto nem totalmente vazio.

A simples razão da mobilidade de alternativas em metabolizar, utilizar e armazenar energia que está disponível no cavalo é atribuída à sua capacidade de movimentação.  O cavalo atual, moderno, de alta performance e de constituição física invejável vive, simultaneamente, sob dois sistemas (tais como, um sistema mantido através de um alto fluxo de energia ou um sistema de concentração de energia) concentrando alta energia (no cocho) para gerar alto fluxo (nas competições). Diante dessa realidade, uma estratégia nutricional compatível é necessária.

Para entender melhor essa capacidade de mobilidade equina, é necessário entender o fluxo de energia. Para isso, imaginemos um ecossistema abastecido de dias frequentemente ensolarados e com períodos bem distribuídos de chuvas e estiagens, em que não haja interferência significativa da atividade de economia humana. Durante as chuvas os ruminantes se concentram todos no mesmo lugar, fartando-se juntos com o capim novo, de alto teor protéico. No início da estiagem, a oferta de pasto não acompanha a demanda da população, fazendo com que se desloquem para pastos inexplorados.

Assim, os ruminantes pastam o capim mais alto e se retiram, imediatamente, para outro local para garantir ao cavalo o pastejo mais rasteiro de sua preferência. Essa atitude biológica coletiva garante ao pasto a repetição do ciclo. Esse sistema é mantido através de um alto fluxo de energia.

Uma situação inversa desses mesmos animais num rigoroso inverno (baixa temperatura e reduzida incidência solar) fará com que a procura por alimento satisfaça a uma dieta de alto teor de carboidrato e gordura e que, principalmente, seja de alta concentração. Dessa forma, comer pouca quantidade que gere energia imediata e de glicogênio e gordura como reserva energética e isolante térmico faz parte de um sistema de concentração de energia.

Fonte: Saúde Animal

Adaptação: Saúde Animal

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