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Habronemose cutânea em equídeos

A habronemose cutânea também conhecida como esponja ou feridas de verão é ocasionada por parasitas que agridem os equídeos (equinos, asininos e muares). Geralmente há registro de maiores casos durante o verão e primavera, o agente etiológico é o Habronemamuscae, Habronemamajus e Draschiamegastoma. A afecção resulta-se da reação de hipersensibilidade às larvas na pele, como ocorre em alguns tipos de alergias.

 A doença ocorre em machos e fêmeas de qualquer idade, porém nos machos o pênis e prepúcio são áreas frequentemente acometidas.

As moscas são os hospedeiros intermediários da doença, porque quando as larvas são eliminadas nas fezes as moscas se alimentam e depois depositam as larvas novamente na pele do animal.Os cavalos podem adquirir a infecção gástrica pela ingestão de moscas mortas, no alimento ou na água. A doença dificilmente leva à morte, mas causa prejuízos estéticos aos animais, gerando depreciação econômica.

O desenvolvimento da doença dá-se com pequenas lesões nas pápulas com centro erodido,com a evolução podem atingir 30 cm de diâmetro em poucos meses, as feridas tem aspecto esponjoso, róseo e sangra facilmente. No início, pode acontecer prurido intenso levando ao auto-traumatismo.

Através do histórico da presença de moscas, feridas não tratadas, programa de desverminação desatualizado, observando o aspecto da lesão, que pode ser confundida principalmente com sarcóide, pitiose ou tecido de granulação exuberante é feito o diagnóstico. A doença é confirmada depois da biópsia ou raspado de pele.

Após confirmação da doença, otratamentofundamenta-se na associação de agentes sistêmicos e locais, objetivando matar as larvas presentes no estômago, controlando a inflamação das feridas. Também é precisovermifugar o animal, manter a ferida coberta evitando infecções secundárias, traumatismos e reinfestações.

A prevenção é o melhor caminho por isso algumas medidas como a destinação adequada das fezes para esterqueiras ou locais que dificultem as moscas de encontrarem animais onde possam depositar as larvas; administrar anti-helmínticos periódicos; utilizar armadilhas mosquicidas.

Fonte: Equipe Veterinária

Adaptação: Revista Veterinária

 

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