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Evolução da dentição equina

odontologia-equina-e-area-promissora-da-medicina-veterinariaA dentição dos cavalos sofreu muitas alterações com o passar dos anos. As mudanças na vegetação provocaram mudanças no pequeno desenvolvimento da coroa dentária, houve um aumento do cumprimento dentário e prolongamento do tempo de erupção dos dentes.

Os equinos antes da domesticação passavam 16 horas diárias se alimentando, hoje a dieta foi alterada devido ao confinamento, os cavalos se alimentam basicamente por alimentos concentrados em detrimento de forragem. Como os concentrados apresentam teor calórico elevado predispõe a diminuição do período de ingestão diário e altera significativamente o movimento mastigatório, passando a mandíbula a exibir movimentos mais verticais e a exercer pouca excursão lateral.

A mudança na alimentação e juntamente com outros fatores, como a existência de processos dolorosos, o tempo de mastigação e as características físicas dos dentes dos equinos definem a intensidade e o movimento das forças exercidas entre as duas superfícies oclusais, conduzindo a uma maior ou menor taxa de desgaste oclusal devida ao atrito.

Todo este processo pode causar alterações dentárias que, quando não tratadas pode provocar danos severos nos tecidos adjacentes, como lesões, ulcerações, doença periodontal, entre outros.

As alterações odontológicas pode causar perda de peso, uma vez que o animal passa a não se alimentar adequadamente devido a dor, e consequentemente diminuir o desempenho do animal.

A odontologia equina estuda e trata todo o sistema estomatognático, que compreende para além dos dentes e periodonto, diversas estruturas como a mandíbula, maxila, articulações temporo-mandibulares, músculos da mastigação e acessórios, glândulas salivares, pele e mucosa de revestimento, e também os elementos linfáticos, vasculares e nervosos que as inervam e vascularizam.

É necessário realizar inspeções periódicas na arcaria dentária do cavalo, preferencialmente bianuais, permitindo o diagnóstico precoce de eventuais alterações e a prevenção da evolução destas sobre o estado clínico do equino.

Fonte: www.sdolivramento.com.br/new/painel/contas/90.pdf

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