Infecções nos cascos de cavalos: saiba evitar esse mal

Infecções nos cascos de cavalos: saiba evitar esse malInfecções nos cascos de cavalos são, infelizmente, muito comuns na rotina de quem cria e trabalha com estes animais. Essa frequência na ocorrência da enfermidade não é à toa, principalmente, se pararmos para pensar que o casco é a região que mais se desgasta nos equinos. Apesar de comuns, é necessário dar a importância correta à essas infecções. Como os cascos representam uma das mais importantes partes dentro do sistema locomotor equino, qualquer problema, por menos complexo que pareça, pode evoluir para algo bem mais grave.

Um exemplo, é a forma como os cascos de cavalos auxiliam na promoção de equilíbrio durante o deslocamento, além de prevenir a ocorrência de problemas na articulação pois ajuda a amortecer os impactos. Os cuidados com os cascos de cavalos são um assunto que está mais que presente na rotina de haras, fazendas, clínicas e hospitais veterinários.  

Assim, neste artigo vamos tratar do problema das infecções nos cascos de cavalos e da importância dos cuidados corretos. Confira!

As infecções nos cascos de cavalos

Rotineiras e problemáticas, as infecções nos cascos de cavalos são consideradas até normais nos atendimentos veterinários. Contudo, é importante que o responsável não negligencie esse normal, pois essas podem apresentar diversos graus de evolução e prejudicar seriamente o sistema locomotor do animal.

Normalmente, as infecções surgem em função de alguma ferida que gera perfuração, podendo ser causada por um prego ou qualquer outro objeto pontiagudo. Infelizmente, esse tipo de situação é comum de ser presenciada, principalmente quando o cavalo é criado em locais irregulares. Contudo, esta não é uma regra, de modo que as infecções nos cascos de cavalos podem ter outras causas.

Um sinal comum da presença dessas infecções nos cascos de cavalos, é a formação de pus nas estruturas afetadas. O pus é composto por células brancas (leucócitos), produzidas pelo organismo para atuar na luta e combate contra as bactérias responsáveis pelo problema. Outros sinais comuns são: uma dor muito forte e presença de sinais leves de claudicação. 

Vale sempre lembrar que, em casos dessas enfermidades, o grau em que a infecção se encontra é muito importante, e precisa ser avaliado. Mesmo sendo recomendado o diagnóstico mais precoce possível, observando se há, ou não, presença dos sintomas listados, é importante estar atento à quaisquer anomalias na locomoção do cavalo. Uma questão muito comum em situações mais avançadas é o animal que não consegue apoiar o membro afetado.

Além das perfurações causadas por acidentes e irregularidades nos ambientes, as infecções nos cascos de cavalos podem ter outras causas. à seguir, listamos outras causas comuns dessas enfermidades:

Rachaduras como causa das infecções nos cascos de cavalos

Outro fator que,associado a irregularidade do local, pode causar as infecções nos cascos de cavalos são as rachadura. Esse problema é desencadeado, normalmente, pelo fato de que os cascos comportam o peso de todo o organismo do cavalo. Dessa forma, eles merecem, e precisam, de manutenção rotineira e uso constante de ferraduras para se evitar as rachaduras e consequentemente as infiltrações que podem acabar gerando infecções com a presença de pus.

Infecção por sapinho

Uma outra causa muito comum das infecções nos casos de cavalo é o aparecimento de sapinho. Muito comum em cavalos criados em ambientes mais alagados (úmidos), o sapinho está relacionado ao excesso de umidade presente no casco.

Esse tipo de infecção é causado por bactérias presentes nesses ambientes, proporcionando deterioramento do casco, além de cheiro forte e ruim.

Técnicas de prevenção

Para a prevenção das infecções nos cascos de cavalo, primeiramente, é recomendado realizar a higienização dos ambientes para evitar a proliferação de bactérias. Manter o espaço dos animais satinizado, evita acidentes e diversas outras doenças que são causadas por microorganismos e contaminações.

Outros passos para a prevenção, é a correção dos locais como estábulos e baias onde os animais passam a maior parte do tempo, o ferrageamento adequado dos cascos e monitoramentos rotineiros. Dessa forma, ambiente mais manutenção, contribuem para verificação de feridas e doenças de forma precoce impedindo a evolução, até mesmo antes do quadro infeccioso. Limpar e ter cuidado com os objetos presentes onde os animais têm maior acesso, são técnicas essenciais para garantir que casos como os citados acima não aconteçam.

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Fonte: ABCCMM

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